quinta-feira, 26 de agosto de 2010

tudo na vida é como um rio, tudo o que vai, não volta, e eu, já tive bastantes provas disso. mas desta vez eu pensava que era difrente, mas não foi igual às outras vezes. quando me disseste que ias passar uma temporada fora, e que iras voltar, eu acreditei. mas agora vejo que é mentira, foste já passaram 4 anos, e não há sinais de vida da tua parte. uma e outra vez, eu parecia ver-te na rua, mas assim que olhava bem, não havia lá nada. eram apenas frutos da minha imaginação, eu queria tanto estar contigo, e ver.te que comecei a imaginar coisas.
a escola acabou, e fui de férias, umas férias bem grandes, queria isolar-me e resolver estas coisas comigo mesma e fui para um sítio pequeno e longe de tudo, sem luxos e confortos. lá percebi, que nunca me deixaste, apenas te ausentaste para eu crescer mais forte, e foi isso que aconteceu. tornei-me autónoma, um ser humano auto-suficiente para qualquer situação. menos uma, a de enfrentar a ideia de que tu tinhas ido embora por não gostares de mim, ou por te ter desiludido e nunca teres sido capaz de me dizer.
chamei a estas férias, ' férias do reencontro ' e foram mesmo um reecontro, mas não foi só comigo mesma, foi com o mundo, e contigo
eu nem queria acreditar, estava a dar um passeio e mais uma vez, vi-te. pisquei os olhos com uma força enorme e tu continuavas lá. fui a correr, e agarrei-me a ti com uma força sobre-humana e nesse momento pensei em nunca mais te largar. continuavas com o mesmo cheiro, um cheiro a frésia, e com a mesma postura, rígido como uma estátua. tive acerteza de que eras tu, mas nesta altura na minha cabeça começaram a vir como foguetes, as perguntas sem resposta, e que agora, eu podia ter. ' porque é que te foste embora? ', ' passaram 4 anos, e tu estás aí calado sem me exolicar nada porquê? ' , perguntas deste género.  por isso larguei-te e comecei a dizer-te tudo o que tinha na cabeça.  tu apenas tiveste uma actitude, não me ligaste, baixaste-te deste-me um beijo na bochecha e foste embora, eu comecei a correr pra ti, mas quanto mais corria, parecia que estavas cada vez mais longe, gritei, griteei, gritei, mas tu não te viras-te, não paraste não fizeste nada, apenas continuaste como se fosses surdo. mas no moneto que disse que te amava, tu viras-te-te, e disseste algo, impercebivel, àquela distância. perguntei o que era, e nesse momento acordei. percebi ue foi tudo um sonho, mas tu, estavas lá, isso eu sei que era verdade, tu estiveste lá para mim. foi um sinal. estiveste lá para provar que não tinhas ido para sempre, e que nunca te tinhas esquecido de mim.
eram 4:30, mas não consegui dormir mais, mas quando surgiu o primeiro raio de sol, o telémovél vibrou, era um sms, abri a mensagem e dizia ' nunca me esqueci de ti ' com este sms, eu fiquei a pensar que secalhar, não tinha sido totalmente um sonho, mas sim, uma visão do futuro, e nesse dia, fiz o caminha que tinha feito no sonho. e quando cheguei ao sitio em que te tinha encontrado, encontrei-te mesmo. apartir daí foi tudo igual ao sonho, excepto a parte de te ires embora, explicaste-me tudo, e fiquei com resposta para as minhas perguntas.
apartir desse dia nunca mais te deixei partir, ficaste comigo. eu e tu, para sempre!
(fui eu que tirei a foto)